Cirurgia da Face
Plástica Facial — Rejuvenescimento com Naturalidade e Segurança
Avaliação completa, planejamento individualizado e técnicas atuais
Introdução
O rosto é expressão da identidade. A cirurgia plástica facial alia ciência, técnica e
sensibilidade para restaurar harmonia, função e autoestima. Nosso foco é oferecer
tratamentos individualizados, embasados em boas práticas, que respeitem a naturalidade
do paciente e priorizem segurança e resultados duradouros.
Visão Geral das Técnicas
Micro-Lifting
Técnica minimamente invasiva, incisões muito curtas — indicado
para flacidez discreta do terço médio; objetivo: suspensão seletiva e remodelação superficial.
Mini-Lifting
Indicado para flacidez leve a moderada; incisões pré-auriculares
curtas e retroauriculares limitadas; recuperação rápida; bom para quem quer resultado natural com cicatriz discreta.
Lifting (Facelift) Completo
Para flacidez moderada a acentuada do terço médio e inferior; manejo amplo do SMAS; pode associar cervicoplastia.
Cervicoplastia
Correção da região cervical, bandas platismáticas e excesso cutâneo; melhora o contorno mandibular.
Blefaroplastia (superior/inferior)
Avalia excesso de pele, bolsas gordurosas elaxidade; pode melhorar estética e função palpebral.
Lipoenxertia e Bichectomia
Reposição de volume autólogo (enxertia) e redução das bolas de Bichat para afinamento do terço médio (uso criterioso).
Envelhecimento facial — fisiopatologia resumida
Perda de colágeno e elastina, redistribuição/ perda de gordura, reabsorção óssea e alterações musculares. Diferenciar quais camadas predominam (pele vs gordura vs músculo vs osso) dirige o plano terapêutico (cirúrgico + preenchimento + pele).
Avaliação clínica da face (anamnese e exame físico)
Anamnese: expectativas, comorbidades, medicamentos (anticoagulantes, isotretinoína), tabagismo, cirurgias prévias, rotina de skincare, alergias.
Exame físico: qualidade da pele, volumes (malar, têmporas, sulco nasogeniano), tônus muscular, esqueleto (mento, zigoma), contorno cervico-facial, exame dinâmico (sorriso, elevação das sobrancelhas). Fotografias padronizadas (frontal, ¾, perfil, sorriso) são essenciais.
Exames quando indicados: hemograma, coagulograma, glicemia, ECG/avaliação cardiológica se risco.
Planejamento cirúrgico (protocolo)
1. Objetivo (volume vs flacidez vs excesso).
2. Técnica (micro/mini/complete) e associações (lipoenxertia, blefaroplastia).
3. Anestesia e logística (sedação, geral).
4. Discussão de riscos, benefícios e fotos comparativas.
5. Orientações pré-op (parar tabaco, suspender AINEs, instruções de jejum).
Skincare médico — pré e pós
Pré (4–8 sem): limpeza suave, FPS ≥ 50, ajustar retinoides conforme orientação.
Pós imediato (0–14 d): limpeza suave, cicatrizantes (dexpantenol), centella se indicar, hidratação (ácido hialurônico tópico, ceramidas), fotoproteção. Retomar ativos agressivos (retinoides) somente quando liberado (4–6 sem).
Técnicas — prática e expectativas
Micro-Lifting: incisões mínimas, pouco descolamento, recuperação curta (3–7 d).
Mini-Lifting: incisão pré- uricular curta, ± retroauricular curta, recuperação 7–14 d.
Lifting completo: descolamento amplo, tratamento SMAS profundo, recuperação mais longa (2–3 semanas para retorno social).
Cervicoplastia: foco em pescoço e band platismático.
Blefaroplastia: tratar pele/gordura; recuperação 7–14 d.
Lipoenxertia: coleta + processamento + injeção — melhora morfologia e qualidade da pele.
Bichectomia: reduzir Bichat com critério para evitar envelhecimento por perda volumétrica excessiva.
Taping — princípios e desenhos práticos
Objetivos: drenagem linfática, suporte leve, proteção de cicatriz.
Designs: fan-cut (leque) para drenagem; tiras paralelas para suporte; Y-strips para curvas. Tensão: baixa (10–15%) para drenagem; moderada (20–30%) só em áreas saudáveis. Proteger bolhas com silicone antes da fita; trocar 48–72 h; suspender se reação.
Pós-operatório — timeline resumida
0–48 h: repouso relativo, cabeça elevada, compressas frias.
3–7 d: curativos, limpeza suave, drenos removidos (se houver).
7–14 d: retirada de pontos; retorno gradual às atividades.
3–6 sem: reintrodução de procedimentos energéticos conforme liberação.
3–6 meses: maturação cicatricial; avaliação para retoques.
Complicações potenciais e prevenção
Hematoma (tratamento rápido), infecção (técnica asséptica), necrose (evitar tensão e tabagismo), assimetria (possibilidade de retoque), reações ao taping (usar pad protetor, trocar fita).
Seleção procedimentos estéticos vs cirurgia (texto para paciente)
Intervenções minimamente invasivas (toxina, preenchimento, lasers) são excelentes para sinais iniciais e manutenção. Quando há flacidez significativa, sulcos profundos ou excesso cutâneo, a cirurgia é a opção que restabelece o suporte anatômico com maior
durabilidade. A combinação cirúrgica + enxertia + protocolos de pele frequentemente produz o resultado mais natural.
FAQ (respostas curtas)
Dói?
Analgesia adequada controla bem a dor.
Quando retorno ao trabalho?
Micro/miniprocedimentos: 3–7 d; lifting completo:10–21 d.
As cicatrizes são visíveis?
Objetivo: ocultar em linhas naturais e tratá-las para minimizar.
Posso associar outros procedimentos?
Sim, com planejamento.minimizar.
Checklist pré-op para o paciente
Fotos padronizadas; parar de fumar ≥4 sem; suspender AINEs; informar isotretinoína; planejar suporte domiciliar.
Modelo resumo para termo de consentimento
Diagnóstico e técnica; alternativas; riscos principais; período de recuperação; autorização para uso de fotos (se autorizado).
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